CLASSIFICAÇÕES

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Classificação de NICE

Classificação de NICE

Atualmente, as novas tecnologias de melhoramento de imagem em endoscopia, como a magnificação com cromoendoscopia através da aplicação de corantes (indigo-carmin , azul de metileno), ou por métodos electrônicos (NBI – narrow banding image, FICE – flexibe spect... »

Classificação de Paris/Japonesa

Classificação de Paris/Japonesa

Morfologicamente os pólipos são classicamente classificados como pediculados, sésseis, e planos. De modo a padronizar e uniformizar a informação quanto à caracterização dos pólipos recorre-se habitualmente à classificação de Paris. As lesões IIc e III, habitua... »

Classificação de KUDO

Classificação de KUDO

  A classificação de Kudo é muito importante na avaliação dos pólipos colorretais pois apresenta ótima correlação com a histologia da lesão. É especialmente para definição de conduta nas lesões em que há dúvida entre a ressecção endoscópica vs ressecção c... »

Classificação de Bismuth-Corlette – Tumores Hilares

Classificação de Bismuth-Corlette – Tumores Hilares

  Os tumores que envolvem a região peri-hilar são classificados de acordo com o padrão de envolvimento dos ductos hepáticos (classificação de Bismuth-Corlette): Tipo I: Tumores abaixo da confluência dos ductos hepáticos Tipo II: Tumores acometendo a confl... »

Praga – Esôfago de Barrett

Praga – Esôfago de Barrett

  Sharma e outros (2006), com o objetivo de auxiliar no reconhecimento endoscópico e na classificação da extensão do esôfago de Barrett (EB), desenvolveram o Sistema de Classificação de Praga. Esse sistema orienta o reconhecimento endoscópico do EB e perm... »

Varizes esofágicas – Sociedade Japonesa de Pesquisa em Hipertensão Portal

Varizes esofágicas – Sociedade Japonesa de Pesquisa em Hipertensão Portal

Essa classificação é pouco utilizada da maneira que está mostrada no exemplo no final da página; porém usamos os 6 itens enumerados abaixo de uma forma descritiva no corpo do laudo. 1 – Cor  a) Branca (Cw)- varizes brancas ou com a mesma cor da mucosa; b... »

Neoplasia superficial de esôfago – Classificação Japonesa

Neoplasia superficial de esôfago – Classificação Japonesa

  Em 1993 a Sociedade Japonesa para Doenças Esofágicas criou a classificação abaixo :   Neoplasia superficial do esôfago compreende a lesão cujo aspecto morfológico sugere acometimento das camadas mucosa e submucosa, sem infiltração da muscular própr... »

Siewert – lesões neoplásicas da junção esofagogástrica

Siewert – lesões neoplásicas da junção esofagogástrica

  A classificação de Siewert é utilizada em adenocarcinomas da junção esofagogástrica. É de grande utilidade para guiar a conduta cirúrgica (esofagectomia subtotal versus gastrectomia total com esofagectomia distal) Baixar em PDF »

Padrão de alças capilares intrapapilares (IPCLs) avaliadas através do NBI

Padrão de alças capilares intrapapilares (IPCLs) avaliadas através do NBI

  Essa classificação baseia-se nos capilares intrapapilares da mucosa sob a luz do Narrow Band Imaging (NBI) e sua avaliação pode predizer a presença de neoplasia.     Baixar em PDF »

Esofagite por cândida – Wilcox

Esofagite por cândida – Wilcox

  A classificação de Wilcox avalia o grau de acometimento do esôfago pela infecção por cândida. Foi criada por WILCOX; SCHWARTZ em1996. I II   Baixar em PDF »

Divertículos de esôfago superior

Divertículos de esôfago superior

  Divertículo de Killian-Jamieson : foi descrito em 1983 por Ekberg et al. e situa-se na parede anterolateral do esôfago cervical, distal ao músculo cricofaríngeo.   Divertículo de Zenker: se origina na linha média da parede posterior do esôfago, aci... »

Escore de Eckardt – Acalásia

Escore de Eckardt – Acalásia

O escore de Eckardt é o sistema de classificação mais utilizado para a avaliação dos sintomas e, consequentemente, da eficácia do tratamento para acalasia. Baixar em PDF »

Hérnias hiatais

Hérnias hiatais

As hérnias de hiato ou simplesmente hiatais são frequentes em nosso meio. A mais comum é a do tipo deslizamento. A classificação mais abrangente reconhece 4 tipos:   Baixar em PDF »

Esofagite péptica – MUSE

Esofagite péptica – MUSE

É uma classificação pouco utilizada em nosso meio. Os graus baseiam-se nas complicações decorrentes da esofagite. MUSE = M (metaplasia) U (ulceration) S (stenosis) E (erosion) Metaplasia Ulceration Stenosis Erosions Baixar em PDF »

Esofagite péptica – Sonnemberg

Esofagite péptica – Sonnemberg

Classificação muito pouco utilizada em nosso prática diária. Leve Moderada Complicada Baixar em PDF »

Esofagite péptica – Hetzel

Esofagite péptica – Hetzel

Assim como outras classificações existentes, como por exemplo Sonnemberg e Allison, a classificação de Hetzel raramente é utilizada, mas acreditamos que valha a pena saber que existe !   0 I II III IV   Baixar em PDF »

Esofagite péptica – Allison

Esofagite péptica – Allison

Colocamos essa classificação em nossa lista apenas para ilustrar e sabermos que existem diversas delas que não são utilizadas em nossa prática diária. I II III IV V Baixar em PDF »

Esofagite péptica – Savary Miller

Esofagite péptica – Savary Miller

A classificação de Savary Miller ainda é bastante  utilizada, porém vem sendo substituída pela de Los Angeles. SM 1 SM II SM III SM IV SM V Baixar em PDF »

Esofagite por cândida – Kodsi

Esofagite por cândida – Kodsi

  Publicado em 1976 na Gastroenterology por Kodsi BE, descreve o grau de esofagite por cândida:   Graus de esofagite por cândida (Kodsi) Grau Achados Endoscópicos Grau I Pequeno número de placas (menores de 2mm) esbranquiçadas e elevadas com hiperemi... »

Esofagite péptica – Los Angeles

Esofagite péptica – Los Angeles

O uso de uma classificação para a graduação da esofagite erosiva é importante pois muda o prognóstico e o tratamento do paciente e guia o médico na investigação da fisiopatologia da doença do refluxo gastroesofágico. A classificação de Los Angeles foi publicad... »

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