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Classificação de Rutgeerts – se você faz colonoscopia precisa conhecer!

Classificação de Rutgeerts – se você faz colonoscopia precisa conhecer!

  A Classificação de Rutgeerts é aplicada em pacientes portadores de Doença de Crohn que foram submetidos a hemicolectomia direita. Quanto maior o escore de Rutgeerts maior a chance dos pacientes apresentarem recidiva da doença. O endoscopista precisa con... »

Como reportar o preparo intestinal no laudo da colonoscopia?

Como reportar o preparo intestinal no laudo da colonoscopia?

A maioria dos guidelines e consensos sobre qualidade em colonoscopia recomendam que a situação do preparo intestinal seja  reportada no laudo do exame.   Também é recomendado que para este fim seja utilizada uma escala validada, permitindo a qualquer médico qu... »

Padrão IPCL de CEC de Esôfago – classificação da sociedade Japonesa

Padrão IPCL de CEC de Esôfago – classificação da sociedade Japonesa

Predição da profundidade de invasão do CEC esofágico superficial (invasão limitada à submucosa, independentemente do acometimento linfonodal) é fundamental para determinar a estratégia terapêutica (cirúrgica vs endoscópica), uma vez que quanto maior a profundi... »

Coloproctopatia actínica – Classificação endoscópica e clínica de Brian P. Saunders

Coloproctopatia actínica – Classificação endoscópica e clínica de Brian P. Saunders

O principal mecanismo na doença é a endoarterite obliterante e consequente isquemia. Em resposta à isquemia ocorre uma substituição de vasos normais por vasos tortuosos e dilatados. Além disto, muitos pacientes têm acometimento também do cólon, não sendo a doe... »

Classificação de NICE – Narrow-Band Imaging International Colorectal Endoscopic Classification

Classificação de NICE – Narrow-Band Imaging International Colorectal Endoscopic Classification

Atualmente, as novas tecnologias de melhoramento de imagem em endoscopia, como a magnificação com cromoendoscopia através da aplicação de corantes (indigo-carmin , azul de metileno), ou por métodos electrônicos (NBI – narrow banding image, FICE – flexibe spect... »

Classificação de Paris/Japonesa

Classificação de Paris/Japonesa

  Tipo 0 (= lesões precoces) são classificadas em 3 grupos: tipo 0-I, polipóide tipo 0-II, não polipóide e não escavado tipo 0-III, não polipóide com úlcera franca   Os subgrupos I e II são novamente segmentados. Tipo 0-I incluem duas variantes: pedi... »

Classificação de Kudo – Pit pattern

Classificação de Kudo – Pit pattern

A classificação de Kudo é muito importante na avaliação dos pólipos colorretais pois apresenta ótima correlação com a histologia da lesão. É especialmente para definição de conduta nas lesões em que há dúvida entre a ressecção endoscópica vs ressecção cirúrgic... »

Classificação de Bismuth-Corlette – Tumores Hilares

Classificação de Bismuth-Corlette – Tumores Hilares

  Os tumores que envolvem a região peri-hilar são classificados de acordo com o padrão de envolvimento dos ductos hepáticos (classificação de Bismuth-Corlette): Tipo I: Tumores abaixo da confluência dos ductos hepáticos Tipo II: Tumores acometendo a confl... »

Praga – Esôfago de Barrett

Praga – Esôfago de Barrett

  Sharma e outros (2006), com o objetivo de auxiliar no reconhecimento endoscópico e na classificação da extensão do esôfago de Barrett (EB), desenvolveram o Sistema de Classificação de Praga. Esse sistema orienta o reconhecimento endoscópico do EB e perm... »

Varizes esofágicas – Sociedade Japonesa de Pesquisa em Hipertensão Portal

Varizes esofágicas – Sociedade Japonesa de Pesquisa em Hipertensão Portal

Essa classificação é pouco utilizada da maneira que está mostrada no exemplo no final da página; porém usamos os 6 itens enumerados abaixo de uma forma descritiva no corpo do laudo. 1 – Cor  a) Branca (Cw)- varizes brancas ou com a mesma cor da mucosa; b... »

Neoplasia superficial de esôfago – Classificação Japonesa

Neoplasia superficial de esôfago – Classificação Japonesa

  Em 1993 a Sociedade Japonesa para Doenças Esofágicas criou a classificação abaixo :   Neoplasia superficial do esôfago compreende a lesão cujo aspecto morfológico sugere acometimento das camadas mucosa e submucosa, sem infiltração da muscular própr... »

Siewert – lesões neoplásicas da junção esofagogástrica

Siewert – lesões neoplásicas da junção esofagogástrica

  A classificação de Siewert é utilizada em adenocarcinomas da junção esofagogástrica. É de grande utilidade para guiar a conduta cirúrgica (esofagectomia subtotal versus gastrectomia total com esofagectomia distal) Baixar em PDF »

Padrão de alças capilares intrapapilares (IPCLs) avaliadas através do NBI

Padrão de alças capilares intrapapilares (IPCLs) avaliadas através do NBI

  Essa classificação baseia-se nos capilares intrapapilares da mucosa sob a luz do Narrow Band Imaging (NBI) e sua avaliação pode predizer a presença de neoplasia.   Essa classificação, entretanto, devido à multiplicidade de critérios envolvidos, foi... »

Esofagite por cândida – Wilcox

Esofagite por cândida – Wilcox

  A classificação de Wilcox avalia o grau de acometimento do esôfago pela infecção por cândida. Foi criada por WILCOX; SCHWARTZ em1996. I II   Baixar em PDF »

Divertículos de esôfago superior

Divertículos de esôfago superior

  Divertículo de Killian-Jamieson : foi descrito em 1983 por Ekberg et al. e situa-se na parede anterolateral do esôfago cervical, distal ao músculo cricofaríngeo.   Divertículo de Zenker: se origina na linha média da parede posterior do esôfago, aci... »

Escore de Eckardt – Acalásia

Escore de Eckardt – Acalásia

O escore de Eckardt é o sistema de classificação mais utilizado para a avaliação dos sintomas e, consequentemente, da eficácia do tratamento para acalasia. Baixar em PDF »

Hérnias hiatais

Hérnias hiatais

As hérnias de hiato ou simplesmente hiatais são frequentes em nosso meio. A mais comum é a do tipo deslizamento. A classificação mais abrangente reconhece 4 tipos:   Baixar em PDF »

Esofagite péptica – MUSE

Esofagite péptica – MUSE

É uma classificação pouco utilizada em nosso meio. Os graus baseiam-se nas complicações decorrentes da esofagite. MUSE = M (metaplasia) U (ulceration) S (stenosis) E (erosion) Metaplasia Ulceration Stenosis Erosions Baixar em PDF »

Esofagite péptica – Sonnemberg

Esofagite péptica – Sonnemberg

Classificação muito pouco utilizada em nosso prática diária. Leve Moderada Complicada Baixar em PDF »

Esofagite péptica – Hetzel

Esofagite péptica – Hetzel

Assim como outras classificações existentes, como por exemplo Sonnemberg e Allison, a classificação de Hetzel raramente é utilizada, mas acreditamos que valha a pena saber que existe !   0 I II III IV   Baixar em PDF »

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