QUIZ! – Qual a alternativa correta?

QUIZ! – Qual a alternativa correta?

TO, feminina, 54 anos, há cerca de 2 anos com episódios de pancreatite aguda recorrente (ao menos 4 episódios), com necessidade de internação e comprovada elevação de enzimas pancreáticas. Panciente foi submetida a colecistectomia há 1 ano, porém voltou a apresentar mais 2 ataques de pancreatite após a cirurgia. Nega tabagismo e etilismo. Foi submetida a colangiopancreatografia por ressonância magnética (imagens abaixo):

 

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Foto de perfil de Matheus Franco

Advanced Endoscopy Fellowship na Cleveland Clinic, Ohio, EUA.
Mestre pela Escola Paulista de Medicina – UNIFESP/EPM.
Especialização em endoscopia oncológica no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo – ICESP.

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4 Comentários

  1. Foto de perfil de Bruno Martins

    Belo Quiz Matheus! É possível o diagnóstico de pâncreas divisam pela ecoendoscopia? É confiável? Como vc faz?

    • Foto de perfil de Matheus Franco

      Obrigado Bruno. Sim, é possível e confiável.
      Atualmente a TC e a RNM (podendo ser realizada também com a injeção de secretina) são os exames de eleição para diagnóstico de pâncreas divisum, por apresentarem alta acurácia e serem menos invasivos que a ecoendoscopia.
      Porém, apesar de infrequente, é possível nos depararmos com esta patologia durante a realização da ecoendoscopia.
      Obviamente é de fundamental importância que o ecoendoscopista esteja familiarizado com a anatomia do pâncreas divisum.
      O diagnóstico pela eco exige a realização de um traçado detalhado do ducto pancreático.
      As alterações do pâncreas divisum podem ser observadas com o probe localizado no bulbo duodenal e no estômago, mas, em minha opinião, isso é mais facilmente observado com o probe localizado na segunda porção duodenal e em contato com as papilas maior e menor.
      Com o aparelho retificado na segunda porção duodenal e o probe ancorado na papila maior podemos observar o ducto biliar com sua anatomia normal (mais “superficial” e próximo ao probe) e o ducto pancreático curto (mais “profundo” e distante do probe). Com um movimento gentil de puxar o aparelho, trazemos o probe para um ponto mais proximal dentro da segunda porção com objetivo de ancorar na papila menor, e nesse momento poderemos observar e traçar o ducto de Santorini, que se estende da papila menor em direção ao corpo e cauda do pâncreas.

  2. Foto de perfil de Roberto Ciotola

    Lindas imagens Matheus.Parabéns!

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