Prótese biliar metálica retida – Qual a melhor conduta para este caso?

Prótese biliar metálica retida – Qual a melhor conduta para este caso?

Paciente de 88 anos, feminina, com antecedente de insuficiência cardíaca, trombose venosa profunda em uso de anticoagulação oral, colecistectomia há 40 anos, e CPRE há 3 meses por icterícia obstrutiva.

Durante a CPRE foi observado uma estenose em colédoco distal, cuja biópsia e escovado descartaram malignidade. Neste procedimento foi optado pela passagem de prótese metálica auto-expansível totalmente coberta de 10 mm por 4 cm. Na segunda CPRE após 3 meses, houve foi falha na retirada da prótese metálica devido a migração proximal e crescimento tecidual ao redor da borda distal (overgrowth). Imagens abaixo:

Prótese metálica com migração proximal.

Prótese metálica com migração proximal.

Fluoroscopia: Dilatação da via biliar extra-hepática; tentativa de remoção da prótese com balão sem sucesso.

Fluoroscopia: Dilatação da via biliar extra-hepática; tentativa de remoção da prótese com balão sem sucesso.

Falha na remoção da prótese com pinça de corpo estranho devido a crescimento tecidual ao redor da prótese.

Falha na remoção da prótese com pinça de corpo estranho devido a crescimento tecidual ao redor da prótese.

 

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Advanced Endoscopy Fellowship na Cleveland Clinic, Ohio, EUA.
Mestre pela Escola Paulista de Medicina – UNIFESP/EPM.
Especialização em endoscopia oncológica no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo – ICESP.

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4 Comentários

  1. Muito bom caso professor! Parabéns

  2. Foto de perfil de Matheus Franco

    Obrigado Victor! Abraço

  3. Foto de perfil de Guilherme Sauniti

    Um fator agravador para este tipo de complicação seria o preço total do procedimento! Duas próteses metálicas !

  4. Foto de perfil de Matheus Franco

    Bem colocado. É uma técnica cara.
    Acredito que possa ser utilizada após falha das tentativas conservadoras de remoção (balão, pinça, alça), e antes da remoção cirúrgica.

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