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  • Foto de perfil de Alexandre CarlosAlexandre Carlos on Biópsias seriadas em colonoscopia: quando e como fazer?Obrigado Bruno. 1. Realmente a acurácia das biópsias colônicas na ausência de pseudomembranas não é boa para o diagnóstico de colite pseudomembranosa. As biópsias colônias seriadas, nesses casos, são úteis mais para diagnóstico diferencial. 2. Na DII em remissão há 2 situações a serem consideradas: --> Para avaliação de atividade histológica a necessidade de biópsias seriadas em um cólon em remissão endoscópica ainda não está bem estabelecida. O critério de "remissão histológica" é defendida por alguns grupos mas há necessidade de estudos prospectivos para determinar se realmente está associada a melhores desfechos. -->Para vigilância endoscópica em um cólon cicatrizado e na ausência de corantes e aparelhos High definiton, a realização de biópsias seriadas a cada 10cm nos 4 quadrantes ainda tem seu espaço. Abraço
  • Foto de perfil de Bruno MartinsBruno Martins on Biópsias seriadas em colonoscopia: quando e como fazer?Parabéns pela revisão e pela abordagem Alexandre. Para reforçar alguns conceitos e esclarecer umas duvidas: 1. Paciente com diarreia aguda, sem alterações macroscopicas que sugiram colite pseudomembranosa, está indicado biópsias? Existe uma positividade razoável? Confesso que essa não é uma prática que adoto na minha rotina. 2. É necessário realizar biopsias seriadas em pacientes com DII em fase de remissão? Isso pode impactar no tratamento?
  • Foto de perfil de Bruno MedradoBruno Medrado on QUIZ! Qual a sua hipótese diagnóstica?Lucas, também tive a experiência com um caso somente de CPRE e foi realmente bem díficil técnicamente. Acabei conseguindo realizar o procedimento com alça longa. Obrigado pelo comentário.
  • Foto de perfil de Lucas MarquesLucas Marques on QUIZ! Qual a sua hipótese diagnóstica?Já tive a oportunidade de fazer uma CPRE em uma paciente com Situs inversus totalis por coledocolitíase e meu maior problema foi o posicionamento do aparelho. Só conseguir possiciona-lo adequadamente quando no estômago fiz uma alça para direita (fiz um giro de 360o para a direita) e desfiz no bulbo para passar para segunda porção ... quando desfaz a alça vc consegue fazer a curvatura duodenal com maior facilidade e posicionar o aparelho adequadamente. Durante o exame vc acaba se adaptando com a inversão dos comandos e consegui remover os cálculos.
  • Foto de perfil de SERGIO EIJI MATUGUMASERGIO EIJI MATUGUMA on Duplicação cistica de esofagoBruno, você pergunta sobre uma situação comum quando se faz a ecoendoscopia. Muitas vezes, o conteudo mucóide intracístco não nos permite determinar apenas pela imagem sua natureza cística e frequemtemente nos confunde como uma imagem sólida. O sinal de termos puncionado uma lesão cística é quando se identifica, no ato da punção ecoguiada, uma lesão muito amolecida à penetraçào da agulha asdiciada a dificuldade de aspiração de seu conteúdo. Assim, constatada esta situação, imediatamente administra-se o antibiótico intravenoso e decide-se continuar de forma terapêutica por mínimo de 07 dias. Sempre ficar em contato com o paciente para eventual sinal potencial de mediastinite, como febre, queda do estado geral, dor torácica ou hipotensão. Orientar para ptocura médica hospitalr, caso desenvolva infecção.
  • Foto de perfil de Bruno MartinsBruno Martins on Duplicação cistica de esofagoSergio, quais cuidados tomar após eventual punção de um cisto de duplicação? Nos casos em que a imagem é duvidosa, é fácil perceber tratar-se de cisto após a punção? Parabéns pela revisão!
  • Foto de perfil de SERGIO EIJI MATUGUMASERGIO EIJI MATUGUMA on Duplicação cistica de esofagoFlavio, obrigado pelo comentário. A acurácia da punção não está mensurada na literatura. Possivelmente, devido a real dificuldade na punção e a temerosa infecção. Caso O acompanhamento seja o foco, podese oferecer um novo exame entre 3 a 6 meses. E caso esteja estável, anualmente.
  • Foto de perfil de Bruno MartinsBruno Martins on Hiperinsuflação espontânea de balão intragástricoIvan, voce implantou novo BIG nesses pacientes que tiveram hiperinsuflação? Como foi a evolução?
  • Foto de perfil de Flávio FerreiraFlávio Ferreira on Duplicação cistica de esofagoParabéns pelo post professor, muito claro e didático. Na maioria dos casos é possível chegar ao diagnóstico ecográfico no entanto, em algumas situações fica a dúvida e ficamos com a situação desconfortável de oferecer a punção ao custo do risco de infeção e sua morbidade considerável. Qual seria a acurácia dessa punção (para cisto de duplicação) ? Caso paciente/familiares/médico assistente cheguem a conclusão de que o risco é elevado, você faria sugestão de acompanhamento em quanto tempo?
  • Foto de perfil de Caroline Tatim Saad VargasCaroline Tatim Saad Vargas on Qual o diagnóstico e conduta para este caso?Caso bem interessante. Devemos sempre pensar em refluxo não ácido nos pacientes recidivantes e/ou refratários aos IBP, e caso a pHmetria não evidencie refluxo ácido, a investigação com impedancioPh-metria é mandatória para elucidação diagnóstica.
  • Foto de perfil de Caroline Tatim Saad VargasCaroline Tatim Saad Vargas on QUIZ! – Lesão plano-elevada em cólonCaso muito interessante! Lesão benigna que pode causar confusão diagnóstica e que pode ser prevenida pelo adequado processamento dos endoscópios.
  • Foto de perfil de Ivan R B OrsoIvan R B Orso on Hiperinsuflação espontânea de balão intragástricoBruno, a hiperinsuflação é uma complicação realmente intrigante. Nunca tinha tido nenhum paciente com esse problema até o começo do ano passado quando tive 3 casos em 3 meses. Na época fiz uma revisão e não consegui encontrar nada relevante na literatura. Após isso tenho feito o implante do balão em mesa estéril, o auxiliar com luva estéril para manipular a seringa e tomando todo o cuidado para não ter nenhum tipo de contaminação das conexões do balão. Também comecei a fazer um tratamento profilático com nistatina no meio do tratamento. Essas condutas não são embasadas na literatura mas após isso não tive mais nenhum episódio.
  • Foto de perfil de Matheus FrancoMatheus Franco on CPRE: usar fio-guia curto ou longo?Bruno, respondendo às perguntas: 1. Acho que aqui ainda não pegou por falta de informação apenas. Pois é um sistema simples de ser utilizado. Outro ponto é que apesar dos materiais já estarem disponíveis há algum tempo, as evidências das vantagens do fio-curto com troca rápida têm aparecido mais recentemente. Nos EUA, a CPRE já é feita com o sistema de fio-curto, e os residentes são treinados para os 2 sistemas, uma vez que mtas terapêuticas exigem manuseio do fio-longo (por exemplo o uso de Spyglass). 2. Sim, é possível utilizar o fio-guia curto com troca rápida mesmo quando será necessário usar materiais adaptados apenas ao fio longo, como o balão de dilatação ou uma prótese metálica. Existem 2 formas de fazer isso: a q acho melhor é de conectar uma seringa na ponta do dispositivo (balão por exemplo) e infundir um flush com salina ou água enquanto avança o dispositivo até o fio-guia sair pela extremidade distal. O fluido possibilita o avanço do dispositivo sem descolar o fio-guia para dentro da via biliar. Outra forma é realizar a troca dos fios após conseguida a canulação.
  • Foto de perfil de Bruno MartinsBruno Martins on CPRE: usar fio-guia curto ou longo?Interessante esse artigo mostrando o benefício do fio-guia curto controlado pelo endoscopista Matheus. A vantagem vai além da facilidade da troca rápida. Dúvidas: 1. Por que você imagina que os fio-guias curtos não "pegaram" aqui no Brasil? 2. Você acha que também estariam indicados para casos de estenose? Pergunto isso pois nem todos os acessórios são adaptados a esta situação, e pode ser necessário dilatadores, próteses, etc.
  • Foto de perfil de Renzo Feitosa RuizRenzo Feitosa Ruiz on Técnica modificada para realização da gastro-jejunostomia endoscópica percutâneaOla, Ernesto. Conheço essa sonda que você falou, mas não tenho experiência alguma com seu uso. Já vi colegas apanharem bastante com ela. Oq pode ser feito nesses casos de troca de sonda de G-J é o uso de Buscopan, principalmente nesse tipo que você citou, que a parte jejunal é mais grossa, tvz o eelaxamento do piloto ajude na passagem do sistema. Outra coisa é o uso de um colono pediátrico, infelizmente pouco disponível, mas que já usei, e ajuda bastante para levar a sonda o mais distante possível. E por fim, levar apenas o fio guia até o duodeno, mantendo-o sempre tensionado, e somente aí passar essa sonda por cima dele. São opções que podemos usar para tentar apanhar menos nessas situações. Abs
  • Foto de perfil de Ernesto Quaresma MendonçaErnesto Quaresma Mendonça on Técnica modificada para realização da gastro-jejunostomia endoscópica percutâneaOlá pessoal! Muito boa a dica técnica Renzo! Gostaria de fazer uma pergunta, vocês conhecem/tem experiência com aquela sonda gastrojejunal que é inteiriça? Auxiliei em uma troca de uma dessas sondas esta semana e tivemos muita dificuldade. A sonda é da marca Halyard (MIC* GJ Feeding Tube, Endoscopic/Radiologic). A paciente tinha uma hernia hiatal grande o que dificultou muito o procedimento, sendo que a sonda ficou enrolada na hérnia, mesmo após várias tentativas. Penso que o fato da sonda ser uma peça única, impossibilitando a manipulação em separado da via jejunal da gástrica, dificulta bastante o posicionamento adequado. Ela vem com um fio amarrado na ponta distal para que possa ser levada junto ao aparelho, mas pelo fato de ser mais grossa (a parte jejunal), torna-se bem difícil a transposição pilórica junto ao aparelho. Vem também com um fio-guia, para o caso de tentativa de troca por radioscopia, mas o fio guia pode sair pelas aberturas laterais, da sonda, antiga, como aconteceu conosco. Alguém já usou esta sonda? Abraços.
  • Foto de perfil de Renzo Feitosa RuizRenzo Feitosa Ruiz on Técnica modificada para realização da gastro-jejunostomia endoscópica percutâneaOlá, André. Apenas li relatos dessa técnica onde aplica-se um clipe para fixar a sonda no jejuno, portanto não posso opinar se ela é de fácil realização. Dessa maneira que você relatou eu já fiz, mas achei um pouco mais difícil do que levar o anteparo interno no bulbo. Você já tentou fazer dessa maneira que descrevi ? Obteve sucesso ? Grande abraço.
  • Foto de perfil de André OcéaAndré Océa on Técnica modificada para realização da gastro-jejunostomia endoscópica percutâneaRenzo, boa técnica mesmo! Tenho feito a apreensão, com pinça, da sonda jejunal, logo que a mesma é introduzida no estômago e não a deixo "barrigar" pra o fundo gástrico, umas das dificuldades desse procedimento! Tem um vídeo tutorial de uma marca que orienta levar a sonda pelo fio que vem na ponta, com o clipador e clipar a sonda na porção mais distal do jejuno, vc tem alguma experiência com isso? Deixar a sonda jejunal presa com um clip?
  • Foto de perfil de Renzo Feitosa RuizRenzo Feitosa Ruiz on Técnica modificada para realização da gastro-jejunostomia endoscópica percutâneaOlá, Ivan. Boa pergunta! Na verdade, em todos os casos que realizei utilizei esse técnica em pacientes que já haviam feito a gastrostomia há no mínimo 3 semanas, e por algum motivo, ela estava disfuncionante. Com esse período o estômago encontra-se aderido à parede e a chance de desabamento e mesmo pneumoperitonio é mínima. Como nessa técnica o anteparo interno é levado até o bulbo, não acho prudente que seja realizada em casos de primeira punção, pois as chances de complicações nesse momento são maiores. Abs.
  • Foto de perfil de Ivan R B OrsoIvan R B Orso on Técnica modificada para realização da gastro-jejunostomia endoscópica percutâneaRenzo, a passagem de uma sonda jejunal pela gastrostomia as vezes pode ser um procedimento bastante trabalhoso. O posicionamento do anteparo interno da sonda de gastrostomia na região pré pilórica é uma ótima ideia e parece facilitar bastante a passagem da sonda jejunal. Você costuma realizar a gastrostomia e passar a sonda jejunal no mesmo procedimento? Nos casos em que você utilizou esta técnica, houve uma maior incidência de pneumoperitônio? Abraço!