Todos os comentários

  • Foto de perfil de Bruno MartinsBruno Martins on Mucosa gástrica ectópica em esôfago proximalObrigado pelos comentários Felipe. 1. A relação entre MGE e Barrett é apenas uma curiosidade. Pessoas com MGE tem maior prevalência de Barrett. Não se sabe o motivo. 2. Esses trabalhos sobre ablação endoscópica da MGE são séries de caso, ou seja, sem grupo controle e portanto com baixo grau de evidência. Certamente estudos controlados serão bem-vindos para validar ou não essa conduta.
  • Foto de perfil de Felipe Paludo SallesFelipe Paludo Salles on Mucosa gástrica ectópica em esôfago proximalBruno, você comentou que teria relação entre MGE e Barrett. Qual seria esta? Quanto a ablação, como foi feito o grupo controle? Pois muitos destes pacientes com globus possuem distúrbios psicossomáticos e são fortemente suceptíveis ao efeito placebo. Eu só descrevo MGE em alguns casos, geralmente quando de grande tamanho ou com alguma irregularidade da mucosa.
  • Foto de perfil de Rodrigo C. ScomparinRodrigo C. Scomparin on Endoscopia digestiva pediátrica: são necessárias biópsias de rotina?Olá Renzo! Excelente pergunta. Neste estudo, uma das análises realizadas foi em relação a idade. Foram incluídos pacientes pediátricos entre 0 e 18 anos. Para endoscopia digestiva alta, os pacientes que estavam entre 5 e 12 anos tiveram maior número de endoscopias realizadas e proporcionalmente o maior número de histologias alteradas. O estudo está em processo de publicação e assim que disponível colocarei aqui. Obrigado.
  • Foto de perfil de Renzo Feitosa RuizRenzo Feitosa Ruiz on Endoscopia digestiva pediátrica: são necessárias biópsias de rotina?Olá, Rodrigo. Parabéns pelo post ! Muito bom mesmo !!! O estudo da UNESP que você citou inciuiu crianças de qual faixa etária ? Houve alguma relação entre a incidência de diagnósticos feitos com a idade dos pacientes ? Por exemplo, quanto mais novo o paciente, maior foi a incidência de diagnósticos histológicos realizados ? Abs.
  • Foto de perfil de Rodrigo C. ScomparinRodrigo C. Scomparin on Endoscopia digestiva pediátrica: são necessárias biópsias de rotina?Olá Ivan! Excelente pergunta. Na verdade, nota-se bastante discussão quanto ao número de biópsias e o local adequado da coleta da mesma, mas não existem recomendações oficiais. O guideline da ASGE cita apenas para realizar biópsias do esôfago, estômago e duodeno, sem fazer menção ao local e número. Na prática, realizo biópsias em duodeno (segunda porção e bulbo), estômago (antro e corpo), esôfago (distal e proximal), ao menos uma amostra de cada seguimento citado. Obrigado
  • Foto de perfil de Ivan R B OrsoIvan R B Orso on Endoscopia digestiva pediátrica: são necessárias biópsias de rotina?Parabéns pelo post Rodrigo, acho importante ressaltar e embasar a importância da realização das biópsias na população pediátrica. Gostaria de saber quais os locais sugeridos para realização das biópsias seriadas nos exames normais e quantos fragmentos devemos coletar de cada área. Obrigado!
  • Foto de perfil de Bruno MartinsBruno Martins on Artigos Comentados – Fevereiro 2018Bons artigos Matheus. Cumpre destacar que esse artigo que correlaciona o uso de simeticona com aumento da taxa de detecção de adenoma é o primeiro a demonstrar essa correlação positiva. Nós já tínhamos essa impressão pessoal que a simeticona melhora a visualização do cólon e que pudesse ajudar a encontrar mais pólipos, porém nenhum estudo havia comprovado esse fato até então.
  • Foto de perfil de Eduardo TrávoloEduardo Trávolo on Corpo estranho em cólonExcelente post. Já me deparei também com diversos tipos de corpos estranhos no trato digestivo. Um deles foi um palito de dente no delgado, o paciente já chegou na unidade de urgência/emergência com sinais de abdome agudo pefurativo, porém sem história da ingesta. Na laparotomia exploradora foi onde identifiquei o corpo estranho com reparo da lesão e o paciente ficou bem.
  • Foto de perfil de Alexandre CarlosAlexandre Carlos on Biópsias seriadas em colonoscopia: quando e como fazer?Obrigado Bruno. 1. Realmente a acurácia das biópsias colônicas na ausência de pseudomembranas não é boa para o diagnóstico de colite pseudomembranosa. As biópsias colônias seriadas, nesses casos, são úteis mais para diagnóstico diferencial. 2. Na DII em remissão há 2 situações a serem consideradas: --> Para avaliação de atividade histológica a necessidade de biópsias seriadas em um cólon em remissão endoscópica ainda não está bem estabelecida. O critério de "remissão histológica" é defendida por alguns grupos mas há necessidade de estudos prospectivos para determinar se realmente está associada a melhores desfechos. -->Para vigilância endoscópica em um cólon cicatrizado e na ausência de corantes e aparelhos High definiton, a realização de biópsias seriadas a cada 10cm nos 4 quadrantes ainda tem seu espaço. Abraço
  • Foto de perfil de Bruno MartinsBruno Martins on Biópsias seriadas em colonoscopia: quando e como fazer?Parabéns pela revisão e pela abordagem Alexandre. Para reforçar alguns conceitos e esclarecer umas duvidas: 1. Paciente com diarreia aguda, sem alterações macroscopicas que sugiram colite pseudomembranosa, está indicado biópsias? Existe uma positividade razoável? Confesso que essa não é uma prática que adoto na minha rotina. 2. É necessário realizar biopsias seriadas em pacientes com DII em fase de remissão? Isso pode impactar no tratamento?
  • Foto de perfil de Bruno MedradoBruno Medrado on QUIZ! Qual a sua hipótese diagnóstica?Lucas, também tive a experiência com um caso somente de CPRE e foi realmente bem díficil técnicamente. Acabei conseguindo realizar o procedimento com alça longa. Obrigado pelo comentário.
  • Foto de perfil de Lucas MarquesLucas Marques on QUIZ! Qual a sua hipótese diagnóstica?Já tive a oportunidade de fazer uma CPRE em uma paciente com Situs inversus totalis por coledocolitíase e meu maior problema foi o posicionamento do aparelho. Só conseguir possiciona-lo adequadamente quando no estômago fiz uma alça para direita (fiz um giro de 360o para a direita) e desfiz no bulbo para passar para segunda porção ... quando desfaz a alça vc consegue fazer a curvatura duodenal com maior facilidade e posicionar o aparelho adequadamente. Durante o exame vc acaba se adaptando com a inversão dos comandos e consegui remover os cálculos.
  • Foto de perfil de SERGIO EIJI MATUGUMASERGIO EIJI MATUGUMA on Duplicação cistica de esofagoBruno, você pergunta sobre uma situação comum quando se faz a ecoendoscopia. Muitas vezes, o conteudo mucóide intracístco não nos permite determinar apenas pela imagem sua natureza cística e frequemtemente nos confunde como uma imagem sólida. O sinal de termos puncionado uma lesão cística é quando se identifica, no ato da punção ecoguiada, uma lesão muito amolecida à penetraçào da agulha asdiciada a dificuldade de aspiração de seu conteúdo. Assim, constatada esta situação, imediatamente administra-se o antibiótico intravenoso e decide-se continuar de forma terapêutica por mínimo de 07 dias. Sempre ficar em contato com o paciente para eventual sinal potencial de mediastinite, como febre, queda do estado geral, dor torácica ou hipotensão. Orientar para ptocura médica hospitalr, caso desenvolva infecção.
  • Foto de perfil de Bruno MartinsBruno Martins on Duplicação cistica de esofagoSergio, quais cuidados tomar após eventual punção de um cisto de duplicação? Nos casos em que a imagem é duvidosa, é fácil perceber tratar-se de cisto após a punção? Parabéns pela revisão!
  • Foto de perfil de SERGIO EIJI MATUGUMASERGIO EIJI MATUGUMA on Duplicação cistica de esofagoFlavio, obrigado pelo comentário. A acurácia da punção não está mensurada na literatura. Possivelmente, devido a real dificuldade na punção e a temerosa infecção. Caso O acompanhamento seja o foco, podese oferecer um novo exame entre 3 a 6 meses. E caso esteja estável, anualmente.
  • Foto de perfil de Bruno MartinsBruno Martins on Hiperinsuflação espontânea de balão intragástricoIvan, voce implantou novo BIG nesses pacientes que tiveram hiperinsuflação? Como foi a evolução?
  • Foto de perfil de Flávio FerreiraFlávio Ferreira on Duplicação cistica de esofagoParabéns pelo post professor, muito claro e didático. Na maioria dos casos é possível chegar ao diagnóstico ecográfico no entanto, em algumas situações fica a dúvida e ficamos com a situação desconfortável de oferecer a punção ao custo do risco de infeção e sua morbidade considerável. Qual seria a acurácia dessa punção (para cisto de duplicação) ? Caso paciente/familiares/médico assistente cheguem a conclusão de que o risco é elevado, você faria sugestão de acompanhamento em quanto tempo?
  • Foto de perfil de Caroline Tatim Saad VargasCaroline Tatim Saad Vargas on Qual o diagnóstico e conduta para este caso?Caso bem interessante. Devemos sempre pensar em refluxo não ácido nos pacientes recidivantes e/ou refratários aos IBP, e caso a pHmetria não evidencie refluxo ácido, a investigação com impedancioPh-metria é mandatória para elucidação diagnóstica.
  • Foto de perfil de Caroline Tatim Saad VargasCaroline Tatim Saad Vargas on QUIZ! – Lesão plano-elevada em cólonCaso muito interessante! Lesão benigna que pode causar confusão diagnóstica e que pode ser prevenida pelo adequado processamento dos endoscópios.
  • Foto de perfil de Ivan R B OrsoIvan R B Orso on Hiperinsuflação espontânea de balão intragástricoBruno, a hiperinsuflação é uma complicação realmente intrigante. Nunca tinha tido nenhum paciente com esse problema até o começo do ano passado quando tive 3 casos em 3 meses. Na época fiz uma revisão e não consegui encontrar nada relevante na literatura. Após isso tenho feito o implante do balão em mesa estéril, o auxiliar com luva estéril para manipular a seringa e tomando todo o cuidado para não ter nenhum tipo de contaminação das conexões do balão. Também comecei a fazer um tratamento profilático com nistatina no meio do tratamento. Essas condutas não são embasadas na literatura mas após isso não tive mais nenhum episódio.