DIRETRIZ – ASGE – O papel da endoscopia na avaliação e no manejo dos pacientes com neoplasia pancreática sólida

DIRETRIZ – ASGE – O papel da endoscopia na avaliação e no manejo dos pacientes com neoplasia pancreática sólida
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ASGE – O papel da endoscopia na avaliação e no manejo dos pacientes com neoplasia pancreática sólida

Principais recomendações:

  • Recomendamos que avaliação por imagem de pacientes com suspeitas de neoplasia pancreática sólida inclua EUS (ecoendoscopia) e uma TC (tomografia computatorizada) de abdome realizada com protocolo para pâncreas. E que, quando indicados, a ressonância magnética e o PET-CT (tomografia por emissão de pósitrons) também sejam realizados
  • Recomendamos que um EUS seja realizado para avaliação de massas pancreáticas com suspeita de malignidade, particularmente nos casos onde a TC ou avaliação de ressecabilidade seja duvidosa
  • Recomendamos que a biópsia de um tumor primário de pâncreas, ou mesmo metástatico, seja individualizada com base na necessidade de quimioterapia pré-operatória, ressecabilidade, e viabilidade da cirurgia.
  • Sugerimos que a neurólise do plexo celíaco, guiada por EUS, seja considerada em pacientes com a dor relacionada ao câncer de pâncreas
  • Nós não recomendamos CPRE (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica) pré-operatória em pacientes com icterícia obstrutiva secundária a adenocarcinoma ressecável de pâncreas na ausência de colangite, a menos que um atraso substancial da ressecção operatória seja esperado e o paciente esteja sintomático
  • Recomendamos como modalidade terapêutica preferida, nos pacientes sintomáticos por obstrução gastroduodenal secundária a neoplasia pancreática ou biliar,  a paliação através da colocação de stent por via endoscópica
  • Recomendamos EUS com FNA (aspiração por agulha fina) para localização, caracterização e análise citológica de lesões suspeitas de tumores neuroendócrinos do pâncreas e também para neoplasias pancreáticas sólidas metastáticas
  • Sugerimos considerar a colocação de marcadores (fiducial) para radioterapia através EUS nos casos de neoplasias pancreáticas sólidas em pacientes que se submeterão a esse tipo de tratamento
  • Sugerimos que a triagem com EUS e MRCP (colangioressonância) deva ser oferecida a indivíduos de alto risco para câncer de pâncreas

 

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Por Admin