Pólipo colônico – Qual a conduta agora?

Pólipo colônico – Qual a conduta agora?
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Haggit quiz

A lesão acima foi ressecada endoscopicamente. O anatomopatológico mostrou tratar-se de pólipo adenomatoso medindo 20 mm, com área de adenocarcinoma invasivo bem diferenciado medindo 5 mm, sem invasão linfática e sem invasão vascular. A lesão apresenta invasão do pedículo com invasão submucosa de1000 micra.  A margem do pedículo está livre e dista 5 mm da lesão.

 

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Foto de perfil de Ivan R B Orso

Doutor em Ciências em Gastroenterologia pela USP
Especialista em Endoscopia Diagnóstica e Terapêutica da Gastroclínica Cascavel e do Hospital São Lucas FAG
Coordenador da Residência Médica em Cirurgia Geral e Professor de Gastroenterologia da Escola de Medicina da Faculdade Assis Gurgacz

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2 Comentários

  1. Foto de perfil de Felipe Paludo Salles

    Ivan, a conduta muda se o pólipo tiver componente viloso? Já li artigos dizendo que se tiver componente viloso, a lesão seria classificada como adenoma de alto grau e talvez teria uma conduta mais individualizada.

  2. Foto de perfil de Ivan R B Orso

    Felipe o adenoma viloso tem um maior risco de apresentar displasia de alto grau e também de evoluir ou já conter uma área de adenocarcinoma. Devido à isso a lesão deve ser bem avaliada com cromoscopia e magnificação para escolher a técnica de ressecção adequada (ESD x EMR). Lesões com áreas sugestivas de displasia de alto grau ou carcinoma devem de preferência serem ressecadas em bloco.
    Todas as lesões ressecadas completamente com patologia confirmando lesão benigna são consideradas como curadas pela ressecção endoscópica. Devem ser acompanhadas devido ao risco de recidiva no caso de lesões residuais não identificadas, mas não existe nenhuma indicação de tratamento adicional.

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