Todos os comentários

  • Matheus Franco em Quiz: Lesão bulbar – Qual sua hipótese?Obrigado colega. Os índices prognósticos que avaliam o risco do GIST levam em conta tamanho e índice mitótico. Enquanto o tamanho é relativamente fácil de ser avaliado nos exames de imagem, o índice mitótico raramente consegue ser determinado através das biópsias convencionais ou através da ecoendoscopia. Diante disso, os principais consensos recomendam conduta cirúrgica para os GISTs maiores de 2 cm, e tb para os tumores que causem sintomas independente do tamanho.
  • Alexandre Carlos em O exame clínico é soberano. Qual sua hipótese?Excelente pergunta Bruno. Biopsiar ou não estas lesões é o grande temor do endoscopista. Deve sim biopsiar as lesões para se dar o diagnóstico definitivo de Sarcoma de Kaposi além de poder afastar outras doenças também presentes no contexto de paciente imunossuprimido.
  • Bruno da Costa Martins em O exame clínico é soberano. Qual sua hipótese?Bonitas imagens Alexandre! A dúvida é: realiza biópsia ou não?
  • Bruno da Costa Martins em Bile no dreno! E agora?Acho que essa era uma preocupação teórica de antigamente Guilherme, nunca comprovada em estudo clínicos. Eu nunca me deparei com algum caso de colangiocarcinoma supostamente ocasionado por uma papilotomia de longa data.
  • sergio eduardo merlim em Quiz: Lesão bulbar – Qual sua hipótese?muito legal... parabens... minha pergunta... pelo tamanho do GIST sem necesidade de tratamento ... que em geral fica resservado aos GIST s maiores de 5 cm ... porém no duodeno pode futuramente causar.... se houver crescimento sintomas de obstrução..... aí seria cirúrgico......
  • Rodrigo Rodrigues em Sobre a marcação colônica por tatuagem, qual a alternativa correta?Oi, Felipe. Não há certo e errado nesse quesito, pelo menos não há evidências de que uma estratégia seja superior às demais. O importante é que exista uma boa documentação nas imagens e no laudo. No entanto, vem predominando a marcação distal das lesões quando observamos os trabalhos. Essa é a prática que eu adoto também. A marcação proximal obriga o cirurgião a localizar ambos os pontos de tatuagem. Como você tem feito?
  • Felipe Paludo Salles em Sobre a marcação colônica por tatuagem, qual a alternativa correta?Rodrigo, o ideal seria tatuar a 3cm da margem distal, proximal ou ambas?
  • Bruno da Costa Martins em Teste de ureaseObrigado Jorge. Eu oriento suspender 15d antes, mas o ideal seria suspender 30d. Nosso colega Edivaldo pode falar mais um pouco a respeito. Abs.
  • Guilherme Sauniti em Bile no dreno! E agora?Ola Bruno! Sempre há esta preocupação com os efeitos a longo prazo da papilotomia. Já discutimos aqui (https://endoscopiaterapeutica.com.br/artigoscomentados/cpre-e-risco-de-cancer/) que o risco de câncer aparentemente não existe. Mas vale revisar os novos dados da literatura. Sou jovem ainda dentro da endoscopia, mas nunca vi ou ouvi falar de complicações longo prazo (câncer ou infecções crônicas) pos CPRE? Você ja viu algum !?
  • Bruno da Costa Martins em Bile no dreno! E agora?Muito bom Guilherme. Esse assunto merece um post sobre o assunto. Copiei um trecho da discussão do artigo para quem se interessar: "The American Society for Gastrointestinal Endoscopy recommended decompression of the bile duct by sphincterotomy alone or endoscopic stent or nasobiliary drain placement, with or without sphincterotomy. In comparison, the European Society for Gastrointestinal Endoscopy recommends biliary stent placement only without sphincterotomy to avoid the possible higher short- and long-term AEs associated with sphincterotomy. This reflects the lack of consensus about the optimal management of BDLs"
  • Jorge Anzai Neto em Teste de ureaseExcelente artigo! Tenho ainda algumas dúvidas, por quanto tempo o paciente deve suspender o uso de IBP para realizar o exame? Obrigado
  • GABRIELA ALBUQUERQUE BATISTA DE ARAÚJO em ATUALIZAÇÕES E RECOMENDAÇÕES SOBRE A COVID-19Excelente!!
  • Bruno da Costa Martins em Nova Ortografia aplicada à EndoscopiaObrigado Augusto. Eu escreveria assim: - Esofagogastroduodenoscopia - Gastroenteroanastomose (se entender que é uma palavra só). Mas dá uma boa discussão!!!
  • Augusto Fraga em Nova Ortografia aplicada à EndoscopiaParabéns Bruno e a todos do Endoscopia Terapêutica. E quanto a termos como: esofagogastroduodenoscopia ou gastroenteroamastomose por exemplo, como ficam? Muito obrigado.
  • GABRIELA ALBUQUERQUE BATISTA DE ARAÚJO em Nova Ortografia aplicada à EndoscopiaPatognomônico do BCM!! Muito bom, chefe. Obrigada mais uma vez!!
  • Bruno da Costa Martins em Teste de ureaseFelipe, uma hora acho muito pouco mesmo. O tempo ótimo, que melhora bastante a sensibilidade do teste e diminui os falsos negativos é em torno de 4-6 horas. Após 6 horas a chance de virar alguma urease é bem menor. Então vai depender da logística do serviço. Tem lugares que eu trabalho que a liberação das urease é feita na manhã seguinte. Nos lugares onde isso não é feito, eu tomo o cuidado de guardar a urease nos casos muito suspeitos e faço a liberação na manhã seguinte. Abs.
  • Felipe Paludo Salles em Teste de ureaseBruno, qual melhor conduta para liberar o resultado do exame? Seguir a orientação do fabricante que sugere 1 hora? Esperar mais duas horas? Aguardar até o dia seguinte ?
  • Joel Fernandez de Oliveira em Quiz: pancreatite aguda!Realmente Bruno essa é uma importante mudança de paradigma. Confesso que em minha experiência prévia como cirurgião nunca adotei essa conduta. No entanto nessa análise de 11 RCT comparando jejum vs dieta não foi evidenciado diferença na mortalidade porém foi encontrada diferença na taxa de intervenção devido a necrose nos casos em que foi adotado o jejum. O autor ainda comenta que alguns pacientes só irão conseguir iniciar dieta após 24h devido a dor, vômito ou íleo, porém se após esse período ainda não estiverem aptos, deverá ser iniciada dieta enteral.
  • Bruno da Costa Martins em Quiz: pancreatite aguda!No caso o paciente apresenta piora do estado geral e curva ascendente de amilase e lipase. Indicação precisa de CPRE, mas só iniciaria dieta quando apresentasse sinais de melhora clínica e curva descendente de amilase.
  • Maurício Rampinelli Carpi em Mucosa gástrica ectópica em esôfago proximalNão consigo correlacionar a MGE aos sintomas de Bolus Faringeo ou RGE extra esofágico. Apenas quando identificada a MGE, descrevo no corpo do laudo e documento com fotos , não faço biopsias.