Todos os comentários

  • Foto de perfil de Augusto FragaAugusto Fraga on Nova Ortografia aplicada à EndoscopiaParabéns Bruno e a todos do Endoscopia Terapêutica. E quanto a termos como: esofagogastroduodenoscopia ou gastroenteroamastomose por exemplo, como ficam? Muito obrigado.
  • Foto de perfil de GABRIELA ALBUQUERQUE BATISTA DE ARAÚJOGABRIELA ALBUQUERQUE BATISTA DE ARAÚJO on Nova Ortografia aplicada à EndoscopiaPatognomônico do BCM!! Muito bom, chefe. Obrigada mais uma vez!!
  • Foto de perfil de Bruno da Costa MartinsBruno da Costa Martins on Teste de ureaseFelipe, uma hora acho muito pouco mesmo. O tempo ótimo, que melhora bastante a sensibilidade do teste e diminui os falsos negativos é em torno de 4-6 horas. Após 6 horas a chance de virar alguma urease é bem menor. Então vai depender da logística do serviço. Tem lugares que eu trabalho que a liberação das urease é feita na manhã seguinte. Nos lugares onde isso não é feito, eu tomo o cuidado de guardar a urease nos casos muito suspeitos e faço a liberação na manhã seguinte. Abs.
  • Foto de perfil de Felipe Paludo SallesFelipe Paludo Salles on Teste de ureaseBruno, qual melhor conduta para liberar o resultado do exame? Seguir a orientação do fabricante que sugere 1 hora? Esperar mais duas horas? Aguardar até o dia seguinte ?
  • Foto de perfil de Joel Fernandez de OliveiraJoel Fernandez de Oliveira on Quiz: pancreatite aguda!Realmente Bruno essa é uma importante mudança de paradigma. Confesso que em minha experiência prévia como cirurgião nunca adotei essa conduta. No entanto nessa análise de 11 RCT comparando jejum vs dieta não foi evidenciado diferença na mortalidade porém foi encontrada diferença na taxa de intervenção devido a necrose nos casos em que foi adotado o jejum. O autor ainda comenta que alguns pacientes só irão conseguir iniciar dieta após 24h devido a dor, vômito ou íleo, porém se após esse período ainda não estiverem aptos, deverá ser iniciada dieta enteral.
  • Foto de perfil de Bruno da Costa MartinsBruno da Costa Martins on Quiz: pancreatite aguda!No caso o paciente apresenta piora do estado geral e curva ascendente de amilase e lipase. Indicação precisa de CPRE, mas só iniciaria dieta quando apresentasse sinais de melhora clínica e curva descendente de amilase.
  • Foto de perfil de Maurício Rampinelli CarpiMaurício Rampinelli Carpi on Mucosa gástrica ectópica em esôfago proximalNão consigo correlacionar a MGE aos sintomas de Bolus Faringeo ou RGE extra esofágico. Apenas quando identificada a MGE, descrevo no corpo do laudo e documento com fotos , não faço biopsias.
  • Foto de perfil de Bruno da Costa MartinsBruno da Costa Martins on Mucosa gástrica ectópica em esôfago proximalCaro Roger, esse é um site dedicado a discussões entre profissionais médicos. Mesmo sem login, você consegue consultar os profissionais cadastrados clicando em "membros do portal" e filtrando por cidade e estado. Espero ter ajudado.
  • Foto de perfil de Roger NovaesRoger Novaes on Mucosa gástrica ectópica em esôfago proximalO resultado da biopsia foi o seguinte: Esôfago - Esofagite crônica discreta inespecífica com áreas revestidas por epitélio colunar, com características compatíveis com epitélio de Barrett. Gostaria de saber se é caso de cirurgia de refluxo e/ou ablação por radiofrequência... Alguém conhece alguma clinica/hospital em Belo Horizonte que faça ablação por radiofrequência nesse caso?
  • Foto de perfil de Bruno da Costa MartinsBruno da Costa Martins on Mucosa gástrica ectópica em esôfago proximalOi Camila, não há motivo para maiores preocupações nesse caso. Pessoalmente, nunca vi caso de transformação maligna na MGE (talvez possa até existir algum relato anedótico na literatura). Faria apenas acompanhamento e só realizaria biópsia se a superficie me preocupasse, eg, area nodular, deprimida, ulcerada, etc. Abs.
  • Foto de perfil de Camila Travensoli BobatoCamila Travensoli Bobato on Mucosa gástrica ectópica em esôfago proximalBruno, já viu presença de metaplasia nessa mucosa gástrica ectópica? Sugere alguma conduta ? Paciente com queixa de globus e presença de duas áreas de mucosa gástrica ectópica em esôfago cervical, com aspecto viloso central, cuja biópsia revelou MUCOSA GÁSTRICA ECTÓPICA COM DIMINUTO FOCO DE METAPLASIA INTESTINAL SEM DISPLASIA. Obrigada pelo conteúdo daqui!
  • Foto de perfil de Karime Lucas UemuraKarime Lucas Uemura on Artigo comentado pelo autor: Peroral endoscopic pyloromyotomy for gastroparesis: a sistematic review and meta-analysisOi Bruno, obrigada! O G-POEM se mostrou eficaz, sim, na etiologia pós cirúrgica, apesar dos tipos de cirurgias não terem sido especificados em todos os estudos. Na literatura atual, não existem estudos sobre os resultados do G-POEM comparando os tipos cirúrgicos, porém, Gonzalez JM et al e Rodriguez JH et al descrevem a DM como fator preditor de pior resposta enquanto as etiologias pós cirúrgica e idiopática, as que obtém melhores resultados pós GPOEM. Apesar desta técnica ser promissora, é ainda muito recente e mais estudos deverão elucidar essas e outras questões. Abs
  • Foto de perfil de Bruno da Costa MartinsBruno da Costa Martins on Artigo comentado pelo autor: Peroral endoscopic pyloromyotomy for gastroparesis: a sistematic review and meta-analysisParabéns pelo artigo e pela tese Karime. Voce poderia comentar um pouco sobre G-POEM em casos de gastroparesia pós-operatória? É comum nos depararmos com pacientes pós esofagectomia ou pós reoperações de fundoplicaturas com gastroparesia. Funciona nesses casos? Abs
  • Foto de perfil de Mauro da Cruz Assad MonteiroMauro da Cruz Assad Monteiro on Reações Alérgicas em EndoscopiaMuito obrigado Ivan pela pergunta e pela oportunidade de falar um pouco sobre o assunto. Vamos lá, os anti-alérgicos e os corticóides nos casos leves tem a seguinte função: Anti-histamínico H1: Diminuem permeabilidade capilar e com isso diminui edema e também atuam nas terminações nervosas, reduzindo prurido e suprimem a secreção de algumas glândulas exócrinas( lacrimejamento e rinorréia ) porém NÃO apresentam efeito benéfico comprovado no broncoespasmo apesar de provocar relaxamento da musculatura lisa. Corticóides: Sua principal finalidade é diminuir a atividade pró-inflamatória o que diminuirá a gravidade da reação alérgica. Visto isso aliado ao fato de que o pico de ação deles não será imediato ( tem pico de ação em cerca de 4h ) seu uso isolado não é o que resolverá a reação imediatamente. Portanto se me deparo com quadro leve, primeira medida terapêutica é admnistração de inibidor H1, hidratação, posteriormente corticóide e observação.
  • Foto de perfil de Ivan R B OrsoIvan R B Orso on Reações Alérgicas em EndoscopiaParabéns pelo post Mauro. Lendo seu artigo ficou claro que nas reações anafiláticas graves o papel da adrenalina é fundamental. E nas mais leves? Como conduzir? Qual o papel dos antialérgicos e corticoesteróides?
  • Foto de perfil de thalita gomesthalita gomes on QUIZ! Qual seria a sua conduta nesta lesão no ceco?Concordo com o colega Ivan. Retirar com pinça não seria umas das opções.
  • Foto de perfil de Daniel de Alencar Macedo DutraDaniel de Alencar Macedo Dutra on Terapia a vácuo transgástrica para tratamento de fístula pancreatocutânea após necrosectomia endoscópica utilizando um sistema de drenagem túbulo-laminar fechadoMuito obrigado. Ótimo saber da sua experiência com pacientes de tão longa data. Da um norte pra mim que estou no começo.
  • Foto de perfil de Eduardo Aimore BoninEduardo Aimore Bonin on Terapia a vácuo transgástrica para tratamento de fístula pancreatocutânea após necrosectomia endoscópica utilizando um sistema de drenagem túbulo-laminar fechadoOi Daniel, obrigado pela contribuição. Excelente essa abordagem transpapilar, tivemos um caso assim, quando na cabeça vai muito bem. Aqui nesse nosso caso a lesão era no corpo, ducto muito fino, não dava realmente para passar uma prótese muito longa. Esse paciente acompanha conosco há cerca de 2 anos, a coleção desapareceu, as próteses continuam lá e ele encontra-se realmente muito bem, sem queixas. Essas próteses espiraladas não pretendo retirá-las, pois houve desconexão extensa, perda quase total do corpo, restando um pedaço da cauda. Eu tenho um outro paciente assim há mais de 3 anos e embora assintomático a coleção dele nunca desaparece totalmente. Faz e refaz. Acompanho anualmente com ecografia abdominal. Ainda bem que a prótese dele permanece lá! De fato, nesses casos de desconexão extensa (necrose ductal acima de 2-3cm) recomenda-se não removê-las (Larsen M, Kozarek RA. Management of Disconnected Pancreatic Duct Syndrome. Curr Treat Options Gastroenterol. 2016 Sep;14(3):348-59). Grande abraço Eduardo A Bonin
  • Foto de perfil de Daniel de Alencar Macedo DutraDaniel de Alencar Macedo Dutra on Terapia a vácuo transgástrica para tratamento de fístula pancreatocutânea após necrosectomia endoscópica utilizando um sistema de drenagem túbulo-laminar fechadoExcelente caso. Nos mantenha atualizado da evolução sobre retirada das proteses e etc. Tive um caso de fistula pancreatocutânea pós necrosectomia cirurgica pancreática. A RNM mostrava um pequeno pedaço da cabeça do pancreas preservada e cerca de 3cm de extensão de ducto pancreático que desenbocava na coleção.Também faço ecoendoscopia mas optamos por drenagem transpapilar com proteses espiraladas e tivemos fechamento completo da fistula em 30 dias. Fizemos retirada completa das proteses 90 dias após fechamento da fistula, pois as mesmas eram transpapilares. No seu caso como é transgástrica fica bem mais complexo. Ancioso por saber o seu desfecho final. Grande abraço.
  • Foto de perfil de Daniela Medeiros Milhomem CardosoDaniela Medeiros Milhomem Cardoso on HDA em paciente com COVID-19 – pesando risco e benefícioOlá Bruno! Você falou uma grande verdade! Em relação ao tema do quiz (Covid+HDA) vale a pena ter bastante cautela na hora de indicar uma intervenção endoscópica. Suporte básico e monitorização são os pontos mais importantes. Gostei da ideia do AHLS.