Todos os comentários

  • Foto de perfil de Daniel de Alencar Macedo DutraDaniel de Alencar Macedo Dutra on EUS-guided ethanol ablation for pancreatic cystic lesionsObrigado pelas informações Matheus, são de grande valia. Faço ecoendoscopia mas não tenho experiência com ablação com etanol. Interessante que o artigo cita indicação para pacientes com alto risco cirurgico, mas também relata alto indice de complicações do método. Na sua experiência quais as principais complicações do método e o que tentar fazer para minimizar? Um grande abraço Daniel Dutra
  • Foto de perfil de Rodrigo RodriguesRodrigo Rodrigues on Inteligência artificial (IA) e Endoscopia digestivaFlávio. Eu que agradeço seus comentários. Uma honra, de verdade. Essa foi uma humilde contribuição para a divulgação do assunto e muito do que coloquei aqui aprendi na sua interação com nosso grupo. Seguimos juntos. Abraço.
  • Foto de perfil de Flavio AmaroFlavio Amaro on Inteligência artificial (IA) e Endoscopia digestivaOlá, Rodrigo! Em meio a uma ótima revisão das aplicações de IA em endoscopia, você abordou assuntos que eu acho muito interessantes nesse contexto: 1. A interação entre o médico e o modelo em IA. 

 Muito se profetiza sobre nossa inexorável obsolescência frente a essa nova tecnologia… entretanto, o exemplo do modelo para diagnóstico de adenocarcinoma gástrico ilustra bem a necessidade da participação do médico na modelagem. A opção por um modelo que “permita” mais falsos positivos foi uma decisão do especialista! Assim, para que possamos participar ativamente desse processo inovador, precisamos de:
 a) familiaridade com os conceitos de Medicina Baseada em Evidência (para que possamos fazer as perguntar corretas), 
b) conhecimento em Estatística (para que possamos criticar as respostas do modelo) 
 c) uma pequena idéia do trabalho dos Cientistas da Computação (para que possamos contribuir nas etapas de entendimento e estruturação de base de dados). 2. O novo olhar sobre dados (utilização do Big Data). 

 Como a IA possui uma capacidade inalcançável de processar dados, temos a oportunidade ímpar de descobrir padrões e relações entre os dados contidos nos nossos registros. Podemos fazer “regressões” em incontáveis dimensões, buscando predições e classificações. Dessa forma, podemos encontrar relações inesperadas ou mesmo inusitadas, como você mostrou no caso de detecção de CCR a partir de dados demográficos e do hemograma. Essas são, no meu entender, claras demonstrações de como IA é, antes de mais nada, uma ferramenta. E para que toda ferramenta seja útil, é necessário que o usuário esteja preparado para tirar proveito de suas funcionalidades. Parabéns e obrigado pelo texto! Um abraço.
  • Foto de perfil de Rodrigo RodriguesRodrigo Rodrigues on Inteligência artificial (IA) e Endoscopia digestivaObrigado, Fábio. É realmente um assunto fascinante. Muitas soluções já estão em uso fora da nossa percepção. Estarão cada vez mais perto. Abraço.
  • Foto de perfil de fabio carvalhofabio carvalho on Inteligência artificial (IA) e Endoscopia digestivaParabéns pelo interessante artigo! IA é um assunto apaixonante . Espero que em breve, faça parte da nossa realidade diária.
  • Foto de perfil de Matheus FrancoMatheus Franco on EUS-guided ethanol ablation for pancreatic cystic lesionsA terapia de ablação com etanol guiada por ecoendoscopia pode ser uma alternativa promissora para pacientes com neoplasias pancreáticas, incluindo a neoplasia cística mucinosa e pequenos tumores neuroendócrinos funcionantes. Outros opções em estudo são a associação de agentes quimioterápicos (paclitaxel) ao etanol, ablação com radiofrequência e crioterapia. No entanto, novos estudos ainda devem ser realizados para determinar a real eficácia e segurança desse método, bem como o estabelecimento de uma padronização sobre o protocolo de tratamento, especificando a concentração e a quantidade de etanol, o método de entrega do agente ablativo, a duração e o número de lavagens, e número de sessões necessárias para otimizar a eficácia e a segurança do tratamento.
  • Foto de perfil de Luiz Henrique MestieriLuiz Henrique Mestieri on Pâncreas Divisum – Diagnóstico e TerapêuticaParabéns pela revisão, Matheus! Muito objetiva e prática!
  • Foto de perfil de MARCELO SIMAS DE LIMAMARCELO SIMAS DE LIMA on Pâncreas anularAcho que sim. Você viu algo de diferente no seu exame e, mesmo não sabendo do que se trata, vale chamar a atenção. Em situações como essas minha conduta é ser simplesmente descritivo. Após as conclusões acrescento uma nota e levanto as possibilidades diagnósticas que me vieram em mente. É claro que a endoscopia não é o melhor exame para esse diagnóstico, mas pode chamar a atenção para algo a ser investigado.
  • Foto de perfil de Bruno MartinsBruno Martins on QUIZ! Lesão elevada gástrica – qual o diagnóstico?Sei não... eu repetiria biópsias. Tem vasos dilatados s tortuosos na superfície.
  • Foto de perfil de Bruno MartinsBruno Martins on Pâncreas anularParabéns pelo caso e pela revisão Marcelo. Recentemente fiz endoscopia em um paciente jovem, magro, com sintomas de empachamento e vômitos pós-prandiais. Bulbo com aspecto dilatado e segunda porção com expansão incompleta. Não se sugestionado pelo seu caso, mas logo associei com a possibilidade de pâncreas anular. Você acha que o endoscopista pode ou deve colocar uma observação no laudo considerando essa hipótese? abs.
  • Foto de perfil de Gerson BrasilGerson Brasil on Caso Clínico – Pancreatite induzida por corpo estranhoAmigo João, obrigado pelos gentis comentários. Abraço.
  • Foto de perfil de João Batista XavierJoão Batista Xavier on Caso Clínico – Pancreatite induzida por corpo estranhoGrande Gerson. Parabéns pelo caso. Muito interessante! Sua explanação como sempre muito rica em detalhes. Abração
  • Foto de perfil de Ivan R B OrsoIvan R B Orso on QUIZ! Qual seria a sua conduta nesta lesão no ceco?Oi Felipe, os pólipos próximos do óstio apendicular realmente são desafiadores, obrigado por compartilhar este caso. Gostaria apenas de fazer um comentário sobre as opções. Apesar de todas as opções de ressecção relatadas serem possíveis, não acredito que a ressecção com pinça em vários fragmentos deva ser indicada. A ressecção fragmentada está associada a uma maior recidiva e pela localização da lesão, o tratamento da recidiva pode ser complicado. Como a lesão é pequena, na minha opinião, a ressecção com alça em fragmento único (a frio, elevando ou underwater) deve ser realizada.
  • Foto de perfil de Guilherme SaunitiGuilherme Sauniti on CPRE em mulheres grávidas é seguro ?Bruno, em geral, a fonta de radiação ionizante nestes aparelhos tradicionais que utilizamos vem de baixo. A radiação bate na mesa, parte passa por ela e pelo paciente e chega no intensificador, o outra parte reflete para toda a sala. Por isso a utilização de um avental abaixo do paciente (junto a mesa, radiação direta) e outro acima (radiação indireta). Alias, seria importante o médico também utilizar avental que cubra as costas, protetor de tiróide e oculos de proteção. Este último, raros colegas utilizam.
  • Foto de perfil de Manoel CardosoManoel Cardoso on Utilização de Agentes de Contraste Ultrassonográficos (microbolhas) no diagnóstico diferencial de lesões pancreáticas avaliadas por ecoendoscopiaObservação pertinente e de difícil resposta Renzo. Realmente por enquanto a utilização do agente de contraste não alterou a conduta nos meus casos. Acabei puncionando os pacientes para chegar ao diagnóstico. O contraste acaba aumentando o custo do exame, porém o custo não é absurdo para quem tem o equipamento que conta com software de imagem harmônica - cobro um acréscimo de RS 400,00 no exame esclarecendo para os pacientes que isso não irá alterar a necessidade da punção e isso realmente faz com que a maioria acabe não querendo que se realize o estudo contrastado. Quanto ao papel que o contraste ultrassonográfico terá no futuro, penso que eventualmente ele possa em combinação com outras tecnologias e com mais estudos melhor caracterizar lesões e talvez dispensar punções em alguns casos. Também penso que será um auxílio no direcionamento das biópsias à tecidos viáveis para análise histológica principalmente nas lesões heterogêneas e sólido-císticas. Outra aplicação que imagino para o futuro seria auxiliando no rastreamento de lesões pancreáticas, realçando áreas hipo ou hipercaptantes de pequenas dimensões. Vejo sim a possibilidade destes agentes serem ferramentas disponíveis para serviços fora de centros de pesquisa, porém apenas se o Sonovue for regulamentado para lesões pancreáticas.
  • Foto de perfil de Renzo Feitosa RuizRenzo Feitosa Ruiz on Utilização de Agentes de Contraste Ultrassonográficos (microbolhas) no diagnóstico diferencial de lesões pancreáticas avaliadas por ecoendoscopiaOlá, Manoel. Ótimo post ! Parabéns !!! Minha pergunta tem um cunho prático. Como você mesmo citou, o Sonovue ainda não está regulamentado para uso em lesões pancreáticas, portanto em casos em que haja eventualmente uma complicação o médico executor se responsabilizará. Notei ainda, que na maioria das vezes não mudou a conduta, ou seja, tivemos que puncionar para obtermos o diagnóstico. Obviamente a técnica de microbolhas nos dá mais detalhes sobre as características da lesão, porém aumenta o custo do exame também. Baseado nisso, você acredita que essa técnica irá se difundir a ponto de ser adotada na nossa prática diária ou se restringirá a centros de pesquisa ? Qual o papel futuro que acredita que ela desempenhará ? Abração, e mais uma vez parabéns !
  • Foto de perfil de Bruno MartinsBruno Martins on CPRE em mulheres grávidas é seguro ?Tema muito interessante Guilherme. Parabéns! Acho que vale a pena um post específico sobre radiação em CPRE. Por que posicionar um avental de chumbo no dorso da pcte em DDH?
  • Foto de perfil de Guilherme SaunitiGuilherme Sauniti on CPRE em mulheres grávidas é seguro ?Ola Luiz ! Infelizmente, não dispomos de um serviço de radiologia tão bom quanto o do HC aqui no interior. Seria muito dificil garantir a limpeza total da via biliar sem a certeza de quantos cálculos existiam previamente. Em um dos artigos, uma técnica utiizada era a ultrassonografia durante a CPRE, ajudando a obter imagens da vai biliar. Os procedimentos que realizei (um foi no HC durante a residencia também) foram exatamente assim: Cateterizar as cegas , aspira bile, injeta contraste e bate uma imagem pra ver quantos cálculos. Limpa a via biliar e uma colangio com oclusão da papila no fim. Quase nenhuma radiação!
  • Foto de perfil de Luiz Henrique MestieriLuiz Henrique Mestieri on CPRE em mulheres grávidas é seguro ?Guilherme, durante meu estágio no HC fizemos um caso em gestante, sem uso de radiação, utilizando-se a técnica americana, no primeiro trimestre de gestação, sem qualquer intercorrência. Recentemente, uma gestante de segundo trimestre estava em colangite. Utilizamos cerca de 4 segundos de radiação. Para confirmar a cateterização, após o uso do contraste para mostrar os cálculos e após 3 varreduras da via biliar. Procedimento sem intercorrência. Sob orientação da equipe da ginecologia, não foi necessário uso do gadolíneo, utilizamos OptiRay (ioversol). Parabéns pelo tema!
  • Foto de perfil de CAIO ROSSICAIO ROSSI on ARTIGO COMENTADO – História natural e manejo de estenoses benignas de esôfago refratáriasNa falta de estenotomo a vezes tenho usado simples "ablação" com pinça de biópsia nas áreas fibróticas retrateis de anastomose esôfago-gastrica cervical;até mesmo para distribui melhor as lacerações supercifiiciais pós dilatação.Gostaria de saber se alguém ja usou deste artificio.A corrente elétrica do estenotomo me parece mais agressiva em causar reação fibrótica .