PAPILECTOMIA E PRÓTESE PANCREÁTICA

PAPILECTOMIA E PRÓTESE PANCREÁTICA
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Paciente com Síndrome de Gardner, com adenoma de papila duodenal, submetida a papilectomia seguida de cateterização do ducto pancreático e passagem de prótese plástica para prevenção de pancreatite. Não houve intercorrências durante ou após o exame. Paciente em seguimento há 1 ano e sem recidiva da lesão.

 

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Foto de perfil de Viriato Cunha

Médico do Serviço de Gastroenterologia do Hospital Universitário da UFSC, Coordenador da Unidade de Endoscopia Digestiva.
Professor do Departamento de Cirurgia da Universidade Federal de Santa Catarina.

4 Comentários

  1. Foto de perfil de Bruno Martins

    Belo procedimento e o vídeo bastante didático Viriato. Parabéns.
    Nesses procedimento, uma grande preocupação é conseguir cateterizar o duto pancreático pós papilectomia. Você já enfrentou dificuldades nesta situação? Confesso que tive muita dificuldade em um caso e não me conformei em deixar sem prótese. Fiz uma fistulotomia com estilete, encontrei o duto pancreático e deixei uma prótese, mas foi muito desafiador tecnicamente e não poderia recomendar esse procedimento de rotina.
    Abraços.

  2. Foto de perfil de Viriato Cunha

    Prezado Bruno, obrigado por seus comentários. Realmente a parte mais desafiadora na papilectomia endoscópica é a cateterização pancreática. No entanto, após ter presenciado a ocorrência de complicações graves como sangramento, quando insisti demasiadamente nesta cateterização, hoje opto em não colocar a prótese pancreática quando localizar o ducto pancreático se mostrar muito difícil – não tive complicações nos dois últimos casos que deixei sem prótese. Uma opção para facilitar a localização do óstio pancreático é a realização de pancreatografia com contraste corado com azul de metileno previamente à ressecção, como preconizado por Ponchon, visto a importância da prótese pancreática na prevenção da pancreatite.

  3. Foto de perfil de Matheus Franco

    Viriato, parabéns pelo vídeo. O que vc acha da elevação com injeção na submucosa para realização deste procedimento? Abraço

  4. Foto de perfil de Viriato Cunha

    Obrigado Matheus. Eu não realizo injeção submucosa antes da papilectomia, pois o centro da lesão tende a não elevar, devido à fixação anatômica dos ductos biliar e pancreático. Eventualmente a injeção pode ajudar na ressecção complementar de lesão residual, localizada na periferia da área após a ressecção principal.

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